Às vezes desejamos tirar o pé do chão,
Viver a paixão
Só pra ver aonde vai dar.
Às vezes arriscamos um “tudo”
Jogamos fora o que julgamos “certo”
E só então nos damos conta do quanto estávamos errados.
Às vezes, complicamos tanto o que é tão fácil
Tudo em razão de uma falsa segurança
Cuja fragilidade nem sempre nos damos conta.
Às vezes, as oportunidades nos chamam,
Gritam o nosso nome
Mas nem sempre estamos prontos para arriscar.
Porém, há aquele dia que acordamos com vontade de “chutar o balde”,
E apostamos naquilo que julgamos errado.
Loucura?
Incrível, mas não é loucura.
percebemos quão frágil parece-nos a fortaleza que achávamos ter construído.
O mundo parece ruir,
Mas nada mais nos importa
Já fizemos o mais difícil:
Rompemos as barreiras das situações cômodas.
Depois, o que parecia ser nada é o nosso TUDO
E o que era o tudo é agora nada
Experimentar o novo pode parecer loucura
Mas pode colorir o nosso presente
E reinventar o futuro que, em nossos planos, parecia perdido.
Como saber sem arriscar-se?

Como Saber?
Entregue-se as palavras!
Liberte-se dos out-doors profanos…
Irreversíveis e vazios do mundo hurbanuz!
Zangue-se, por vezes com os erros,
Ande pelas calçadas como observadora!
Negue o não atender
Grite no quarto, na sala, na varanda…
Evite o desespero insano
Llibertes-se dos esquecimentos!
Alimente-se de palavras…
Cuando então, quebrar todas as algemas
Outras, quererão vir,
So te peço, meu amor
Tenha paciência comigo
Ai irá saber como saber!
(Jan: 19, 2008)
Parabéns! um espetáculo à reflexão!
Prof Gasparetto
[...] Como Saber? comentando Como saber? [...]